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Arqueologia da baleação

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OBJETIVO //

Realizar o levantamento arqueológico terrestre e subaquático/úmido, identificando e reconstituindo a planta da indústria da baleia em Costinha / Lucena.

Etapas //

  • Entrevistas com ex-funcionários da indústria baleeira;
  • Identificar fontes documentais (fotografias, registros de pesca, plantas, entre outros) e utensílios/instrumentos utilizados na baleação em Costinha;
  • Conhecer a indústria baleeira através de visitas às instalações remanescentes com a presença de ex-funcionários;
  • Proceder o levantamento das estruturas remanescentes, registrando as mesmas através de fichas (material construtivo, volumetria, disposição no terreno e a relação da estrutura com outras), informações orais e fotografias (evidências materiais e paisagem);
  • Estabelecer as etapas produtivas, bem como a sequência de operação dentro do sítio (retalhamento, fabricação do óleo, armazenamento e escoamento da produção).

EXPOSIÇÕES atuais e futuras
Lançada

A costa nordestina no Brasil holandês

A partir de algumas das obras de Frans Post ilustramos essa exposição virtual em que abordamos as impressões dos holandeses sobre a costa nordestina.
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Em breve

Parahyba & a Exportação Indireta

Na segunda metade do século XIX a Paraíba chegou a um dos seus melhores momentos econômicos. Contudo, poderia ter alcançado um resultado melhor se não fosse a Exportação Indireta.
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Lançada

Profissionais do Mar no Extremo Oriental das Américas - 1850-1950

Trabalhar no mar e para o mar exige mais que derramar suor, o sol escaldante sobre a cabeça, o "chão" que não para de se mexer, os turnos curtos de descanso, o cheiro do carvão a queimar, as mãos calejadas dos cabos, o baixo salário, as incertezas sobre a volta pra casa.
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Em breve

Maré Vermelha - Sessão I

No século XX, da década de 1910 a década de 1980, um rastro de sangue se formava entre os locais da pesca da baleia e a indústria baleeira na Paraíba. De forma inquestionável esta atividade foi proibida no Brasil. Mas qual era a visão do pescador sobre a baleação?
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Em breve

Identidade, cultura e pesca artesanal em Cabedelo

Da ausência das velas ao carro de geladeira. As transformações da cultura material ribeirinha, na foz do rio Paraíba do Norte, em Cabedelo.
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Fazer parte do Museu Marítimo EXEA é um sonho realizado. Anos após o surgimento da ideia, veio a concretização, muitos marinheiros desembarcaram, ondas tiveram que ser cortadas e mares intempestivos foram enfrentados. Que o EXEA possa servir de inspiração para que a memória marítima à partir do Extremo Oriental das Américas seja cada vez mais estudada e o seu patrimônio salvaguardado.

Ticiano Alves

Fundador e Coordenador de Pesquisas do Museu EXEA
Doutor em Arqueologia pela Universidade de Coimbra
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Como parceiros é uma honra poder colaborar num projeto que nos levará oceano fora! Que o EXEA seja a ponte sobre os oceanos e a esperança de um património mais salvaguardado e valorizado.

Alexandra Figueiredo

Pesquisadora parceira e uma das coordenadoras do Convênio entre o Museu EXEA e o IPT
Doutora em Arqueologia e Pré-História
Profª Adjunta do Instituto Politécnico de Tomar - IPT / Portugal
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A iniciativa do Museu Marítimo EXEA é extremamente importante para que possamos conhecer o patrimônio subaquático na costa Nordeste brasileira, sobretudo da Paraíba, ainda bastante desconhecido do grande público. (...) Outro mérito são os projetos educativos e de incentivo à pesquisa, estimulando o público jovem a se aventurar e aprender sobre o patrimônio cultural ligado à pesca e à navegação.

Átila Bezerra Tolentino

Graduado em Letras, Mestre em Sociologia
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