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Arqueologia Subaquática

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Através dos levantamentos realizados pelo Professor Doutor Ticiano Alves, entre os anos de 2014 e 2018, fora possível identificar 41 embarcações naufragadas e 5 achados isolados na Paraíba. Os resultados foram baseados em documentos históricos, como jornais e relatórios de governo de 1850 à 1950, e também por meio de entrevistas com mergulhadores e pescadores locais.

OBJETIVO //

Realização de trabalhos de prospecção arqueológica em meio subaquático na costa a partir do Extremo Oriental das Américas.

Desenvolvimento //

Utilizando-se dos dados obtidos entre 2014-2018 serão criados projetos de prospecções arqueológicas partindo das embarcações que possuem maior riqueza de informações, principalmente no que diz respeito a localização.​

Fotogrametria 3D //

Para cada embarcação naufragada identificada, a Ala EXEA Investigação realizará, além dos registros visuais por meio de vídeos, a digitalização 3D via fotogrametria, produzindo modelos tridimensionais que facilitarão os estudos em terra.

EXPOSIÇÕES atuais e futuras
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Parahyba & a Exportação Indireta

Na segunda metade do século XIX a Paraíba chegou a um dos seus melhores momentos econômicos. Contudo, poderia ter alcançado um resultado melhor se não fosse a Exportação Indireta.
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Profissionais do Mar no Extremo Oriental das Américas - 1850-1950

Trabalhar no mar e para o mar exige mais que derramar suor, o sol escaldante sobre a cabeça, o "chão" que não para de se mexer, os turnos curtos de descanso, o cheiro do carvão a queimar, as mãos calejadas dos cabos, o baixo salário, as incertezas sobre a volta pra casa.
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Maré Vermelha - Sessão I

No século XX, da década de 1910 a década de 1980, um rastro de sangue se formava entre os locais da pesca da baleia e a indústria baleeira na Paraíba. De forma inquestionável esta atividade foi proibida no Brasil. Mas qual era a visão do pescador sobre a baleação?
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Identidade, cultura e pesca artesanal em Cabedelo

Da ausência das velas ao carro de geladeira. As transformações da cultura material ribeirinha, na foz do rio Paraíba do Norte, em Cabedelo.
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Fazer parte do Museu Marítimo EXEA é um sonho realizado. Anos após o surgimento da ideia, veio a concretização, muitos marinheiros desembarcaram, ondas tiveram que ser cortadas e mares intempestivos foram enfrentados. Que o EXEA possa servir de inspiração para que a memória marítima à partir do Extremo Oriental das Américas seja cada vez mais estudada e o seu patrimônio salvaguardado.

Ticiano Alves

Fundador e Coordenador de Pesquisas do Museu EXEA
Doutor em Arqueologia pela Universidade de Coimbra
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Como parceiros é uma honra poder colaborar num projeto que nos levará oceano fora! Que o EXEA seja a ponte sobre os oceanos e a esperança de um património mais salvaguardado e valorizado.

Alexandra Figueiredo

Pesquisadora parceira e uma das coordenadoras do Convênio entre o Museu EXEA e o IPT
Doutora em Arqueologia e Pré-História
Profª Adjunta do Instituto Politécnico de Tomar - IPT / Portugal
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A iniciativa do Museu Marítimo EXEA é extremamente importante para que possamos conhecer o patrimônio subaquático na costa Nordeste brasileira, sobretudo da Paraíba, ainda bastante desconhecido do grande público. (...) Outro mérito são os projetos educativos e de incentivo à pesquisa, estimulando o público jovem a se aventurar e aprender sobre o patrimônio cultural ligado à pesca e à navegação.

Átila Bezerra Tolentino

Graduado em Letras, Mestre em Sociologia
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