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Empresas e Instituições Públicas

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"Atravessadores", trens, alvarengas e Capitania dos Portos

Diversas empresas privadas e instituições públicas tiveram importância fundamental na construção da memória ligada às navegações no Extremo Oriental das Américas. As empresas, atuavam muito vezes como agentes de companhias marítimas nacionais ou estrangeiras, uma espécie de "atravessadores", que vendiam os serviços destas e resolviam problemas vinculados à danos e perdas de cargas. Outras, trabalhavam diretamente na logística, disponibilizando alvarengas para o transbordo de cargas de Cabedelo para o porto da capital, ou mesmo venda de passagens. Com relação as instituições pública, a mais relevante, foi sem dúvida a Capitania dos Portos da Paraíba - CPPB, que trabalha com a finalidade de garantir a segurança da navegação nas águas da província / estado.

EXPOSIÇÕES atuais e futuras
Lançada

A costa nordestina no Brasil holandês

A partir de algumas das obras de Frans Post ilustramos essa exposição virtual em que abordamos as impressões dos holandeses sobre a costa nordestina.
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Em breve

Parahyba & a Exportação Indireta

Na segunda metade do século XIX a Paraíba chegou a um dos seus melhores momentos econômicos. Contudo, poderia ter alcançado um resultado melhor se não fosse a Exportação Indireta.
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Lançada

Profissionais do Mar no Extremo Oriental das Américas - 1850-1950

Trabalhar no mar e para o mar exige mais que derramar suor, o sol escaldante sobre a cabeça, o "chão" que não para de se mexer, os turnos curtos de descanso, o cheiro do carvão a queimar, as mãos calejadas dos cabos, o baixo salário, as incertezas sobre a volta pra casa.
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Em breve

Maré Vermelha - Sessão I

No século XX, da década de 1910 a década de 1980, um rastro de sangue se formava entre os locais da pesca da baleia e a indústria baleeira na Paraíba. De forma inquestionável esta atividade foi proibida no Brasil. Mas qual era a visão do pescador sobre a baleação?
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Em breve

Identidade, cultura e pesca artesanal em Cabedelo

Da ausência das velas ao carro de geladeira. As transformações da cultura material ribeirinha, na foz do rio Paraíba do Norte, em Cabedelo.
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Fazer parte do Museu Marítimo EXEA é um sonho realizado. Anos após o surgimento da ideia, veio a concretização, muitos marinheiros desembarcaram, ondas tiveram que ser cortadas e mares intempestivos foram enfrentados. Que o EXEA possa servir de inspiração para que a memória marítima à partir do Extremo Oriental das Américas seja cada vez mais estudada e o seu patrimônio salvaguardado.

Ticiano Alves

Fundador e Coordenador de Pesquisas do Museu EXEA
Doutor em Arqueologia pela Universidade de Coimbra
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Como parceiros é uma honra poder colaborar num projeto que nos levará oceano fora! Que o EXEA seja a ponte sobre os oceanos e a esperança de um património mais salvaguardado e valorizado.

Alexandra Figueiredo

Pesquisadora parceira e uma das coordenadoras do Convênio entre o Museu EXEA e o IPT
Doutora em Arqueologia e Pré-História
Profª Adjunta do Instituto Politécnico de Tomar - IPT / Portugal
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A iniciativa do Museu Marítimo EXEA é extremamente importante para que possamos conhecer o patrimônio subaquático na costa Nordeste brasileira, sobretudo da Paraíba, ainda bastante desconhecido do grande público. (...) Outro mérito são os projetos educativos e de incentivo à pesquisa, estimulando o público jovem a se aventurar e aprender sobre o patrimônio cultural ligado à pesca e à navegação.

Átila Bezerra Tolentino

Graduado em Letras, Mestre em Sociologia
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